"Quem sabe, um dia, eu não deixe de ser assim tão inconstante e instável? Até lá, sou uma nova atração a cada dia"

(Sttela Vasco)





quinta-feira, 7 de abril de 2011

Prismas.

Luzes que se uniram, luzes que se perderam. E, ainda assim, todas são luzes. Pode ser que seja mais uma das metáforas da vida, pode ser que seja um jogo de palavras cruzadas que ninguém se atraveu a jogar.
O seu reflexo cruza o espelho, se vê em mil facetas novas, diferentes. Um olhar a mais e percebe o rosto cansado, os olhos vermelhos e as luzes mudando de tom enquanto o Sol passa pelo ambiente.
Um minuto de luz e uma vida de escuridão. Suas opiniões contraditórias, seus pensamentos absurdos, sua loucura interior. E quem poderia entender se não era obrigação de ninguém? Se ninguém era responsável por sua solidão?
Assustou-se com o que percebia conforme olhava para si, havia muito mais por baixo dos sorrisos, muito mais por trás de seu silêncio. E será que alguém sabia? E alguém poderia entender?
E o que chegava até si era prismado, separado, convertido. Nada permanecia intacto, nada permanecia único, nada permanecia seu.
Um beijo, Sttela.

Um comentário:

  1. Boa noooite, gostei do teu blog.
    Tô seguindo aqui e voltarei mais vezes, se puder passa no meu e segue também?

    http://amar-go.blogspot.com/

    - Desde já agradeço!

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