"Quem sabe, um dia, eu não deixe de ser assim tão inconstante e instável? Até lá, sou uma nova atração a cada dia"

(Sttela Vasco)





domingo, 1 de maio de 2011

Então, aqui posso explanar toda a minha sensibilidade.

Existe uma parte de mim, agora menor e mais calada a qual eu pouco permito se expressar, que toma forma vez ou outra. Parece que esses dias as minhas fraquezas ficaram poderosas e eu não tenho forças para controlá-las. Talvez eu esteja paranóica, talvez seja uma daquelas “doenças da alma”.
Eu sou, por mais que eu odeie admitir, frágil, sensível e fácil de magoar. Tento não deixar transparecer, acabo ganhando o título de tímida por isso. Sou um pouco dura e, às vezes, fria. Tento não demonstrar demais.
Como não posso ser aquilo que sou sempre serei uma faceta bem projetada e minuciosamente arquitetada de mim mesma que me agrade e console. Alguns dos meus instintos são arriscados e são esses os que eu mais uso.
Deixei de pensar, entreguei na mão de alguém que, na minha vida, chamo de Deus. E espero que Ele saiba o que esteja fazendo porque certamente eu não sei.
Eu devo não estar sabendo lidar com a minha própria vida e com tudo aquilo que, de repente, apareceu. As críticas parecem mais rígidas, as pessoas mais agressivas e eu mais sozinha.
Acho que ainda não sou madura o suficiente e, enquanto isso acontece, vou vivendo de um jeito um pouco mais complicado, um pouco menos familiar, mas igualmente meu.
Um beijo, Sttela.

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