"Quem sabe, um dia, eu não deixe de ser assim tão inconstante e instável? Até lá, sou uma nova atração a cada dia"
(Sttela Vasco)
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
O amanhecer
Eu vejo a madrugada se alterar, vejo suas cores frias se transformarem e transcenderem do azul claro ao escuro e pequenos traços arroxeados. Eu vejo o Sol emergir das profundezas da escura noite e tingir o céu com um tom rosa alaranjado até se colocar onipotente sob todos que necessitam, mesmo sem saber, dele. Eu ouço os pássaros sonolentos proferirem os primeiros cantos da manhã, e o resto todo ganha vida e o resto todo acorda outra vez. Com sorte um galo canta ao longe, mas não longe demais para que meus ouvidos não o ouçam. Eu paro, respiro fundo e reflito. Ah, o dia! Belo com suas aquarelas distintas e leves com nuvens espalhadas por sua extensão. Meus olhos mareiam, ainda é o começo da manhã, repasso a agenda mental que havia programado durante a noite e penso em tudo que vai mudar, e acontecer, no decorrer daquele dia, desse dia. Uma borboleta amarela passa pela minha janela e migra em direção ao canteiro de rosas, os carros começam a buzinar ao longe, algum avião passa com seu destino por mim e eu imagino para onde estaria indo. O céu já se metamorfoseia novamente e eu preparo-me para mais um dia. É, novamente, o amanhecer. Um beijo, Sttela.
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lindo!
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